Após 22 meses de declínio, o Brasil cria novos empregos

Após 22 meses de declínio, o Brasil começou a criar empregos novamente. Os números do Registro Geral de Trabalhadores Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (16 de março) mostram que o país criou 35.612 novos empregos em fevereiro.

O resultado também foi o mais alto desde fevereiro de 2014, quando foram gerados 260 mil empregos no Brasil. A maioria dos principais segmentos de mercado de trabalho observados na pesquisa pelo Ministério do Trabalho adicionou mais empregos do que perdidos no período.

O melhor desempenho do mês foi pelo setor de serviços, que criou 50,613 novos empregos com o concurso do Banco do Brasil, com administração pública em segundo com 8,280 novos cargos. A lista segue com agricultura (+6201), indústria (+3949) e serviços industriais de utilidade pública (+1108). Por outro lado, a mineração, a construção e o comércio derramam empregos no mês passado.

O presidente Michel Temer comemorou os resultados. “Você já sabia que a economia brasileira está crescendo novamente, e os sinais desse fato se tornam cada vez mais claros. Em fevereiro, o número de novos empregos formais é de 35.612. É um começo, após 22 meses de números negativos,” ele disse.

Entre os estados brasileiros, 14 viram números de trabalho positivos, enquanto os outros 13 ainda estão no vermelho. O estado que criou mais empregos foi São Paulo (25.412), Santa Catarina (14.858) e Rio Grande do Sul (10.602).

Empregos do setor público reservados para negros

No Brasil, uma nova lei foi aprovada que exige legalmente que 20% dos empregos do setor público sejam para negros

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, aprovou a lei porque acredita que vai parar a “discriminação racial”.

“Esta é uma vitória contra a discriminação racial alcançada através da implementação de políticas governamentais”, disse ela.

“A partir de agora, 20 por cento das vagas executivas federais são reservadas para negros”.

Ela espera que esta lei sirva de exemplo para a adoção de medidas similares no resto do governo, empresas e organizações privadas.

A lei foi debatida pelos políticos desde março de 2013, mas foi aprovada pelo Senado na semana passada após a pressão do governo brasileiro.

concurso banco do Brasil

Ministro da Igualdade Racial, Luiza Bairros, apoia esta lei com base em que é necessário tornar as pessoas iguais.

As estatísticas oficiais mostram que a população não branca é de cerca de 52% da população brasileira. O Brasil foi o primeiro país deste século a se tornar minoritário branco após o recenseamento de 2010 ter informado que 48% se descreveram como “brancos”.

Os anti-brancos no Brasil estão apenas sendo muito bobos – se você lutar contra fogo com fogo, você acabou com um incêndio maior.

Isso é muito bom para nós, porque as pessoas acordam muito mais rápido quando vêem seus governos punir pessoas brancas por alcançar mais do que grupos não-brancos no local de trabalho.

As leis de ação afirmativa nos EUA, Canadá e Europa também ajudaram as pessoas brancas a acordarem.

A iminente imigração não branca e a “diversidade” forçada para as áreas brancas tem sido o principal objetivo dos anti-brancos, e quanto mais eles empurram, mais pessoas brancas vão acordar. https://twitter.com/karine_roses/status/895746724810989569

Esta combinação de políticas resulta em tornar-se uma minoria em muitos países brancos. Na verdade, é um programa sistemático de genocídio, porque isso está nos fazendo deliberadamente.