Confira as novas medidas referente ao IPVA 2018

Em 2008, Carlos Alberto Lopes, então um garçom de 23 anos, estava andando em um carro de uma estrela viajando cerca de 50 mph em uma rodovia chuvosa no estado de Minas Gerais, quando a estrada se curvou suavemente para a esquerda.

O carro hidroplanou, derrapou em uma talud e rolou várias vezes por uma longa inclinação. Dos quatro ocupantes, Lopes foi o único com lesões graves, deixando-o paralisado da cintura para baixo.

Lopes diz que o cinto de segurança de três pontos que ele estava vestindo não bloqueou seu corpo no lugar, permitindo que ele repetidamente atingisse o telhado colapsando enquanto o carro rolava. Ele sofreu uma vértebra esmagada. https://www.facebook.com/carrosd0brasil/posts/2008711082691926

Se o cinto de segurança tivesse trancado quando o carro rolou, eu não teria atingido minhas costas. Nada disso teria acontecido”, disse Lopes. Um estudo realizado por uma cadeia de centros de reabilitação brasileiros onde Lopes está sendo tratado descobriu que em 2011, 40 por cento dos pacientes com os quais trabalhou em São Paulo com graves lesões na coluna foram prejudicados em acidentes de trânsito.

Mudanças no sistema do imposto

Lopes nunca considerou uma ação judicial. Na verdade, em mais de uma dúzia de entrevistas com vítimas de acidentes deixadas paralisadas após falhas, ninguém considerou tomar medidas legais contra fabricantes de veículos.
Isso é, em parte, um reflexo da falta de investigações policiais sobre acidentes de carro, a maioria dos quais, como Lopes ‘, apenas resultam em simples “boletins de ocorrências” que incluem informações mínimas.

Mas também é indicativo da deferência que os novos consumidores da classe média do Brasil mostram para as montadoras e a maioria das outras indústrias.Estamos 20 anos atrás dos EUA e da Europa em termos de conscientização dos consumidores”, disse Dolci, coordenadora do grupo de defesa do consumidor Proteste. “A nova e nova classe emergente que entra no mercado tem pouca informação sobre a segurança do carro. Eles pensam pouco na segurança do automóvel. É essa mesma classe de consumidor que as montadoras estão direcionando e a quem estão vendendo uma montanha de carros”.

ipva sp

Os motoristas não conseguem obedecer as leis de trânsito, que muitos governos da região notoriamente não importam com a fiscalização do IPVA SP. Os carros devem navegar por estradas em ruínas e sistemas rodoviários mal projetados, que todos, mas tornam inevitável o engarrafamento e os acidentes. E muitos drivers simplesmente valorizam vantagens, como rodas de liga leve e sistemas de som em zonas de amassa não vistas.

Em 1965, havia 47.089 mortes de veículos automóveis nos EUA. Nesse mesmo ano, a famosa acusação de Ralph Nader, do ativista de consumidores, foi publicada, A salvo em qualquer velocidade. O livro desencadeou uma discussão nacional sobre segurança automotiva e, em última instância, levou a reformas que reformularam os padrões da indústria, ajudando a reduzir a queda de 32% nas mortes até 2011.

Nader disse que interromper o número crescente de mortes por automóveis no Brasil levaria “um alvoroço público, ações judiciais por produtos, boicotes seletivos por motoristas ou por lei brasileira obrigatória que igualasse os padrões de segurança com a engenharia mais segura necessária em outros países”.